Um território de aproximadamente 490 km² no litoral norte de Santa Catarina, que inclui Balneário Camboriú, Itapema, Itajaí e Porto Belo, movimentou R$ 13,47 bilhões em Valor Geral de Vendas (VGV) em 2025, segundo a DWV.
Esse resultado coloca a região em um patamar financeiro comparável ao de regiões metropolitanas com décadas de formação e território muito mais extenso.
Balneário Camboriú lidera com o metro quadrado mais valorizado do Brasil. Em fevereiro de 2026, o preço médio chegou a R$ 15.072 por metro quadrado (m²), segundo o Índice FipeZAP de Venda Residencial.
Isso faz com que a cidade mantenha a liderança absoluta entre as 56 cidades monitoradas pelo indicador, superando capitais como São Paulo, Rio de Janeiro e Florianópolis.
Para quem investe em imóveis ou acompanha o setor, entender o que sustenta essa posição é o ponto de partida para decisões mais bem fundamentadas.
Os próximos parágrafos mostram os dados, o contexto e o que diferencia essa faixa litorânea do restante do país.
Indicadores do polo litorâneo na região de Balneário Camboriú
Antes de entrar na análise detalhada, vale reunir em um único lugar os indicadores que definem o tamanho e o peso desse mercado.
Os dados abaixo combinam o Valor Geral de Vendas apurado pela plataforma DWV para o ano de 2025 com os preços e variações do Índice FipeZAP de fevereiro de 2026, o informe mais recente disponível.
| Indicador | Dado |
| VGV do polo litorâneo em 2025 | R$ 13,47 bilhões |
| Área total do território (4 cidades) | 490 km² |
| Preço médio Balneário Camboriú (fev/26) | R$ 15.072 |
| Posição nacional em volume financeiro | 5º lugar |
| Variação 12 meses BC (fev/26) | +5,50% |
| Preço médio geral Brasil (fev/26) | R$ 9.673 |
Fontes: Índice FipeZAP (fevereiro/2026) e plataforma DWV (VGV 2025)
Os R$ 13,47 bilhões em Valor Geral de Vendas registrados pelo conjunto de cidades em 2025, segundo dados da plataforma especializada DWV, não representam um pico isolado.
Eles são o resultado de uma curva ascendente que vem se desenhando há pelo menos uma década, alimentada por fatores que vão da infraestrutura urbana ao perfil do comprador.
O que chama atenção é a relação entre o volume financeiro e o tamanho do território. Regiões metropolitanas que figuram acima desse polo na classificação nacional acumulam décadas de desenvolvimento, populações muito maiores e áreas que chegam a ser dezenas de vezes maiores. Aqui, a concentração é o elemento que define tudo.
Quatro cidades, um único polo
Balneário Camboriú, Itapema, Itajaí e Porto Belo operam como um ecossistema integrado. Cada uma dessas cidades têm características próprias, mas todas se beneficiam da proximidade e da demanda que transborda do núcleo central. Quando um comprador chega para investir na região, ele não se limita a um município: avalia o polo como um todo.
Itapema encerrou fevereiro de 2026 com preço médio de R$ 15.028 por m² e variação acumulada de 9,29% nos últimos 12 meses, segundo o FipeZAP, ficando muito próxima de Balneário Camboriú. Itajaí registrou R$ 13.098 por m², consolidando a força do eixo catarinense no segmento de imóveis de maior valor agregado.
Preço médio por metro quadrado nas cidades do polo e nas principais capitais
O ranking abaixo coloca lado a lado as cidades do polo litorâneo catarinense e as principais capitais do país.
A comparação deixa clara a distância entre o litoral de Santa Catarina e os demais mercados, incluindo metrópoles com muito mais população e infraestrutura consolidada.

Por que Balneário Camboriú lidera esse polo?
A posição de Balneário Camboriú no topo do ranking nacional do FipeZAP não é uma coincidência geográfica.
Ela resulta de um conjunto de fatores que se reforçam mutuamente: a escassez de terrenos em um território cercado pelo oceano e pela serra, a concentração de compradores com elevada capacidade de investimento e uma oferta de empreendimentos que seguem padrões construtivos de alto nível.
A cidade atrai compradores de diferentes regiões do Brasil, do Paraná ao Rio Grande do Sul, passando por São Paulo e Mato Grosso.
Esse fluxo de demanda qualificada pressiona os preços para cima de forma consistente e dificulta quedas abruptas de valor, mesmo em períodos de instabilidade econômica.
Escassez de área como fator estrutural
O polo litorâneo catarinense não tem espaço para crescer horizontalmente. O desenvolvimento, portanto, segue em altura, com projetos verticais que concentram alto valor agregado em áreas cada vez mais disputadas.
Essa dinâmica é conhecida em mercados maduros ao redor do mundo: onde a terra é limitada, o valor tende a se sustentar no longo prazo.
Para o comprador que busca uma segunda residência ou uma posição de investimento, essa característica estrutural representa uma garantia implícita de liquidez.
Imóveis em mercados com restrição de oferta raramente ficam encalhados por longos períodos.
O que o VGV de R$ 13,47 bilhões representa na prática
O Valor Geral de Vendas é um dos indicadores mais usados para medir o tamanho de um mercado imobiliário.
Ele soma o valor total dos imóveis comercializados em um determinado período e serve como termômetro da atividade do setor.
Um VGV de R$ 13,47 bilhões, gerado em um território de 490 km², indica uma densidade de vendas que não tem paralelo no litoral brasileiro.
Para efeito de comparação, regiões metropolitanas com populações e áreas muito superiores muitas vezes não atingem esse volume no mesmo período.
A concentração de imóveis de alto valor por km² é o que explica essa distorção aparente entre o tamanho físico da região e sua relevância financeira dentro do mercado nacional.
Um mercado maduro, não emergente
Há uma distinção importante entre um mercado que cresce porque é novo e um que cresce porque é sólido.
O polo litorâneo catarinense já passou da fase de descoberta. Os preços elevados refletem uma demanda consolidada, não uma especulação sobre o que pode vir a ser.
Isso muda o perfil de risco para o investidor e muda também o perfil do produto que tem espaço nesse mercado.
Os dados do primeiro bimestre de 2026 reforçam essa leitura. O Índice FipeZAP acumulou alta de 0,52% nas 56 cidades monitoradas até fevereiro.
No mesmo período, Balneário Camboriú registrou valorização acumulada de 0,55%, e Itapema de 1,13%, ambas acima da média nacional, segundo o informe de fevereiro.
Empreendimentos que entram nesse contexto precisam entregar qualidade construtiva, localização precisa e diferenciais que justifiquem o posicionamento de preço.
O comprador de Balneário Camboriú é informado, compara alternativas e sabe o que espera receber pelo investimento que faz.
Investidores experientes escolhem a Haacke em Balneário Camboriú
Quando Balneário Camboriú se tornou a cidade com o metro quadrado mais valorizado do Brasil, chegando a R$ 15.072 em fevereiro de 2026, a Haacke já estava lá.
Não como espectadora, mas como parte ativa da história que colocou essa faixa de 490 km² do litoral catarinense no mesmo patamar financeiro de regiões com décadas de vantagem e território muito maior.
Dezoito empreendimentos entregues. Mais de doze projetos em andamento. Cada um deles construído com recursos próprios, prazos cumpridos e acabamentos de alto padrão.
Quem investe em imóveis sabe que a localização importa, mas a construtora importa mais. Um empreendimento bem posicionado vira patrimônio que se valoriza.
Se você está avaliando onde alocar capital com segurança, liquidez e valorização consistente em Balneário Camboriú, entre em contato com a equipe da Haacke e conheça os projetos de alto padrão em andamento.

