A safra de soja brasileira 2025/26 deve alcançar um novo recorde de produção. A estimativa mais recente da consultoria Céleres aponta uma colheita de 181,3 milhões de toneladas, volume cerca de 5% superior ao registrado na temporada anterior.
Nas exportações, o avanço também aparece nos números. O Brasil deve embarcar 112 milhões de toneladas, acima dos 108,2 milhões do ciclo passado. Mesmo com o aumento das vendas externas, a projeção indica elevação dos estoques finais, estimados em 7,8 milhões de toneladas.

Fonte: Conab, AgRural, Agroconsult e IBGE
Com Mato Grosso liderando a produção nacional, o efeito econômico do ciclo 2025/26 se intensifica nas cidades da região. Nesse cenário, o desempenho da safra de soja continua impulsionando a economia regional e a demanda por serviços, infraestrutura, habitação e verticalização das cidades ligadas ao agro.
A seguir, a Haacke explica como o avanço da safra de soja se conecta ao crescimento econômico do Centro-Oeste e às cidades que se consolidam como polos estratégicos do setor.
Mato Grosso se destaca como polo estratégico do agronegócio nacional
Atualmente, Mato Grosso ocupa posição central na produção de soja no Brasil. De acordo com o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (IMEA), o estado responde por cerca de 30% da produção nacional e mantém presença relevante no mercado internacional da commodity, figurando entre os maiores produtores do mundo.
Ao longo das últimas décadas, investimentos em tecnologia agrícola, expansão da área plantada e ganhos de produtividade consolidaram o território mato-grossense como referência no agronegócio. A produção de soja se tornou um dos pilares desse desempenho, sustentando grande parte da balança comercial estadual.
Dados da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec) mostram o peso dessa atividade. O estado teve participação de 45,8% no superávit da balança comercial nacional do primeiro semestre de 2025, resultado impulsionado principalmente pelas exportações do setor agropecuário.
Entre os produtos comercializados, a soja ocupa posição de destaque. O grão responde por uma parcela significativa das exportações nacionais, com receitas que alcançam bilhões de dólares anualmente e reforçam a importância estratégica de Mato Grosso na cadeia global de alimentos.
Desenvolvimento econômico no Centro-Oeste brasileiro
Enquanto a produção agrícola avança, o impacto econômico também se espalha por diferentes setores da região. No Centro-Oeste, o agronegócio se articula com a agroindústria e fortalece cadeias produtivas que vão além da atividade rural.
Dados do Produto Interno Bruto (PIB) de Mato Grosso indicam um crescimento de cerca de 6,6% em 2025. Parte expressiva desse desempenho vem do setor agropecuário, cuja expansão chegou a 15,5% no mesmo período.
Paralelamente, a indústria local acompanha esse ritmo. O mesmo levantamento do Banco do Brasil apontou um crescimento de aproximadamente 6,7% para o segmento industrial do estado, índice superior ao registrado em outras regiões do país.
Nesse contexto, a agroindústria passou a desempenhar papel relevante. O processamento de matérias-primas agrícolas, como o esmagamento da soja, a produção de biodiesel e a fabricação de etanol de milho, amplia o valor agregado da produção e estimula novos investimentos.
Sorriso, Sinop e Primavera do Leste: as agrocidades que movimentam o desenvolvimento em Mato Grosso
Dentro desse cenário, algumas cidades se consolidam como polos do agronegócio brasileiro. Sorriso, Sinop e Primavera do Leste são exemplos de municípios onde a produção agrícola, especialmente a safra de soja, influencia diretamente o ritmo de crescimento econômico.
Conhecida como capital nacional do agronegócio, Sorriso ocupa posição de destaque na produção de grãos e nas exportações do estado. O município também registra forte dinamismo econômico, impulsionado pela cadeia da soja e pela presença de empresas ligadas ao setor.
Sinop segue uma trajetória semelhante. A cidade tornou-se um importante centro logístico e produtivo do norte de Mato Grosso, conectando atividades agrícolas, agroindustriais e serviços especializados que sustentam o desenvolvimento regional.
Já Primavera do Leste reúne características que explicam sua relevância no mapa do agronegócio. A combinação entre produtividade agrícola, infraestrutura urbana e ambiente favorável a negócios atrai investimentos e amplia a diversificação econômica local.
Em comum, essas cidades demonstram como a expansão da safra de soja impacta diferentes dimensões do território. Em especial, os ciclos de alta do agro tendem a acelerar a demanda urbana e ativos imobiliários, tendência que é ainda mais evidente nas agrocidades.
Safra de soja impulsiona investimentos imobiliários com a Haacke
Diante do novo recorde projetado para a safra de soja, o Centro-Oeste entra em mais um ciclo de crescimento impulsionado pelo agronegócio. A circulação de capital fortalece cadeias produtivas, amplia a infraestrutura urbana e cria oportunidades em diferentes setores.
Nesse contexto, o mercado imobiliário acompanha a expansão urbana em polos do agro. Municípios como Sorriso, Sinop e Primavera do Leste reúnem condições favoráveis para investimentos de longo prazo.
Com mais de três décadas de atuação na construção civil, a Haacke Empreendimentos desenvolve projetos em polos estratégicos de Mato Grosso, conectando expansão urbana e valorização patrimonial.
No site da Haacke, estão disponíveis informações sobre empreendimentos estratégicos em polos do agro, com foco em valorização patrimonial e liquidez.

