Criado no final dos anos 1980 para medir a variação de preços na economia brasileira, o IGP- M (Índice Geral de Preços – Mercado) é calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) com o objetivo de oferecer uma leitura mais ampla da inflação. Ao longo do tempo, o IGP-M consolidou-se como um importante indexador de contratos e investimentos.
Embora seu cálculo englobe diferentes setores da conjuntura econômica nacional, no setor de imóveis o índice assume um papel de destaque.
Pensando nisso, o blog da Haacke preparou um conteúdo dedicado a explorar a relação entre o IGP-M e o mercado imobiliário.
Siga a leitura para entender melhor esse cenário.
Afinal, o que é IGP-M?
O IGP-M é um indicador econômico que mede a variação de preços em diferentes etapas da economia brasileira. Seu cálculo busca refletir movimentos que vão além do consumo final, incluindo custos de produção, construção civil e serviços.
Por esse motivo, costuma apresentar oscilações distintas de outros índices inflacionários mais conhecidos do público em geral.
A metodologia adotada pela FGV considera três componentes principais:
- Índice de Preços ao Produtor Amplo, responsável pela maior parcela do cálculo;
- Índice de Preços ao Consumidor;
- Índice Nacional de Custo da Construção.
Cada um desses grupos observa comportamentos específicos de preços, o que confere ao IGP-M uma visão abrangente do cenário econômico.
A apuração ocorre mensalmente, com coleta de dados entre o dia 21 do mês anterior e o dia 20 do mês de referência. A divulgação, tradicionalmente realizada no fim do mês, explica por que o índice se tornou tão presente em contratos que exigem previsibilidade e atualização periódica de valores.
Para a economia brasileira, esse acompanhamento funciona como um termômetro que antecipa tendências e pressões inflacionárias.
Qual é a diferença entre IGP-M e IPCA?
A relação entre IGP-M e IPCA costuma gerar dúvidas, já que ambos tratam da variação de preços. A principal distinção está no foco de cada índice.
Enquanto o IPCA acompanha o custo de vida das famílias, observando preços pagos diretamente pelo consumidor, o IGP-M amplia esse olhar para etapas anteriores da cadeia produtiva.
Essa diferença metodológica faz com que os dois índices não caminhem, necessariamente, na mesma direção. Movimentos no câmbio, alterações no preço de commodities ou oscilações no setor industrial tendem a impactar o IGP-M de forma mais intensa.
O IPCA, por sua vez, responde de maneira mais direta ao consumo cotidiano. Entender essa separação ajuda a interpretar por que um índice pode subir enquanto o outro permanece mais estável.
Por que o IGP-M é importante para o mercado imobiliário?
No mercado imobiliário, o IGP-M ganhou protagonismo por se tornar referência nos reajustes de contratos de locação. A atualização do valor do aluguel costuma considerar a variação acumulada do índice em 12 meses, refletindo a perda do poder de compra da moeda ao longo do período.
Para quem investe em imóveis, acompanhar esse indicador permite avaliar a rentabilidade real do ativo.
Em cenários de alta do IGP-M, contratos bem estruturados tendem a preservar o valor da renda gerada pelo aluguel. Já em momentos de menor variação, a leitura do índice ajuda a embasar renegociações e decisões estratégicas.
Além disso, por incorporar custos da construção civil, o IGP-M dialoga diretamente com o desenvolvimento de novos empreendimentos. A atenção a esse movimento contribui para análises mais completas sobre retorno financeiro, especialmente em segmentos de médio e alto padrão.
Mercado imobiliário e o ritmo da economia de Mato Grosso
O desempenho econômico de Mato Grosso ajuda a ilustrar como indicadores macroeconômicos se conectam ao mercado imobiliário.
Líder nacional na exportação de soja e com forte presença do agronegócio, o estado mantém um ritmo consistente de crescimento, sustentado por investimentos, infraestrutura e expansão urbana.
Dados do Observatório de Mato Grosso apontam que o PIB estadual alcançou R$ 273 bilhões, mantendo participação relevante na economia nacional. Esse avanço reflete um ambiente econômico ativo, com demanda crescente por imóveis residenciais e comerciais.
Nesse contexto, índices como o IGP-M funcionam como instrumentos de leitura para entender a dinâmica de preços e a evolução dos contratos em regiões em expansão, como nas agrocidades do Mato Grosso.
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Para quem observa o mercado com atenção e busca decisões bem fundamentadas, compreender indicadores como o IGP-M faz parte de uma estratégia mais ampla de investimento. Escolher parceiros com experiência e visão de longo prazo também pesa nesse processo.
Com mais de três décadas de atuação, a Haacke Empreendimentos desenvolve projetos que dialogam com o crescimento urbano e econômico de regiões estratégicas do Brasil.
A presença consolidada em Santa Catarina e a expansão para cidades de Mato Grosso reforçam um portfólio pensado para preservar valor ao longo do tempo.
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