Segundo pesquisa do FipeZAP, a média de valor de imóveis em Balneário Camboriú/SC chegou a R$ 15.185/m² em 2026. O dado mantém a cidade em 1º lugar no ranking brasileiro, posição que poderá ser reforçada pela Lei de Microzoneamento, que passa pelos últimos ajustes de votação na Câmara de Vereadores antes de sua sanção e aplicação definitiva.
O texto-base do Projeto de Lei Complementar nº 2/2026 já foi aprovado pelo Legislativo e analisado pela prefeitura, que vetou parcialmente 4 das 30 emendas parlamentares, podendo ir a voto ainda em junho de 2026.
Na prática, essa nova legislação divide o território do município em microzonas e estabelece os parâmetros técnicos que irão reger os investimentos em cada uma delas. Essas regras existem para materializar o planejamento geral de longo prazo definido pelo Plano Diretor, sancionado em dezembro de 2025.
A implementação da medida resolve uma defasagem nas diretrizes de zoneamento que já durava quase duas décadas. Historicamente, o desenvolvimento urbanístico e estrutural do município não vinha sendo acompanhado pela legislação desde 2008 — ano da última atualização na Lei de Microzoneamento.
Como a nova Lei de Microzoneamento afetará o crescimento de Balneário Camboriú
Para investidores com interesse na região, a atualização poderá influenciar positivamente o potencial de rentabilidade e a diversificação de ativos. A nova legislação não apenas possibilita maior segurança jurídica, como também eleva o padrão construtivo e preserva o patrimônio natural da cidade.
Descentralização estratégica e elevação no padrão
Atualmente, a região da orla de Balneário Camboriú concentra 8 dos 10 maiores edifícios do Brasil. Com a criação de eixos e corredores de desenvolvimento nos bairros, a nova lei deve descentralizar essa verticalização, distribuindo a expansão urbana e a densidade demográfica de forma equilibrada.
Porém, a expansão de empreendimentos de grande porte não será irrestrita. Para manter a qualidade de vida e o padrão urbanístico dessas regiões, os novos projetos devem atender a critérios que incluem: fachadas ativas (serviços e comércios que integram o térreo à cidade), recuos obrigatórios, sistemas de drenagem e áreas de convivência.
Acompanhando as medidas, a prefeitura irá destinar mais de R$ 100 milhões para infraestrutura e modernização dessas áreas.
Portanto, a nova legislação promove um cenário de maior previsibilidade de valorização, fomentando novas áreas voltadas para o investimento em propriedades de alto padrão.
O controle ambiental na valorização de empreendimentos
Ao mesmo tempo em que promove a descentralização do desenvolvimento urbano, a nova Lei do Microzoneamento não ignora o valor das paisagens naturais para o turismo e a beleza de Balneário Camboriú.
Essa preocupação é demonstrada no controle do impacto ambiental e visual das regiões de morros e encostas, aplicando medidas que limitam a concentração populacional e a altura das construções.
Além disso, os cuidados quanto ao avanço da urbanização se estendem à região das Interpraias — eixo que vai de Laranjeiras até o Estaleirinho —, mantendo as características exclusivas dessa área que acumulou cerca de 200% de valorização nos últimos cinco anos.
Investimentos mais seguros com a nova legislação
Com uma legislação defasada por quase duas décadas, o crescimento de Balneário Camboriú vinha dependendo de decretos isolados, interpretações provisórias e termos de compromisso. A atualização veio consolidar regras e estipular limites claros, eliminando inconsistências na regulamentação de projetos.
Dessa forma, a nova Lei de Microzoneamento tende a ampliar a segurança dos investidores na região, reduzindo riscos de paralisações, ampliando a previsibilidade no desenvolvimento e minimizando prejuízos.
Haacke: investindo em alto padrão em um mercado renovado
A nova Lei do Microzoneamento possibilita um novo ciclo de expansão no mercado líder em valorização imobiliária do país, trazendo maturidade ao cenário de Balneário Camboriú ao unir engenharia urbana, sustentabilidade e segurança.
Alinhada a esse cenário, a Haacke Empreendimentos traduz as novas diretrizes da cidade em ativos imobiliários sólidos, pautados pela localização estratégica e pela excelência construtiva.
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